Chuva que já dura mais de 24 horas agrava erosão e volta a trazer risco a moradores da Rua Miguel Arraes, em Garanhuns

  • Postato por maurilio em Quinta 25 05-2017 23:28
Defesa Civil monitora áreas de risco após forte precipitação pluviométrica em Garanhuns

 

Defesa Civil monitora áreas de risco após forte precipitação pluviométrica em Garanhuns
 

 

Diante da alta precipitação de chuvas registrada nos últimos dias, desde o início da manhã de hoje (25) a Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec) de Garanhuns está realizando visitas sistemáticas de monitoramento em 14 pontos da cidade,  além de locais passíveis de alagamento. Entre as comunidades que estão sendo monitoradas estão os bairros da Liberdade, Francisco Figueira (Cohab 2), Dom Helder Câmara (Cohab 3), Parque Fênix e Heliópolis. De acordo com o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), das 18h de ontem (24), até as 8h30 de hoje, choveu cerca de 79.1 mm. A previsão da Agência Pernambucana de Águas e Clima é de continuidade da chuva nos próximos dias, porém abaixo da média histórica.

 

A equipe da Defesa Civil continua realizando o monitoramento nos próximos dias e por enquanto seguem dentro da normalidade. Um dos locais vistoriados foi a Rua Miguel Arraes, no Francisco Figueira, uma área que possuía uma voçoroca próximo a algumas residências. O presidente da Compdec, Thiago Amorim, informou que não há perigo para a estrutura destas casas no momento atual.  “A voçoroca foi aterrada, porém existe o início de uma nova formação de erosão, embora não apresente risco iminente. Estamos atentos ao caso e iremos continuar monitorando”, explica.

 

As imagens de satélite do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais mostram Garanhuns bem no centro de uma área com grande precipitação pluviométrica nos últimos dias. Porém, de acordo com a Coordenadoria, as chuvas registradas no município ainda estão 30% abaixo da média histórica registrada no mês de maio. 

 

ALERTA - A Defesa Civil lembra que após as chuvas, os moradores devem esvaziar e limpar os recipientes que possam ter acumulado água. Isso porque, se faz necessária uma vigilância ainda maior para evitar a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue.

 

Fonte e fotos: Secom

Chuva que já dura mais de 24 horas agrava erosão e volta a trazer risco a moradores da Rua Miguel Arraes, em Garanhuns

 

 

Este ano a chuva, para os garanhuenses, estava sendo aguardada com ansiedade. Ela é muito bem vinda sobretudo porque o município vive uma das mais severas estiagens de sua história. A espera parece ter acabado. Chove forte em Garanhuns há  mais de 24 horas, mas, para alguns moradores da Rua Miguel Arraes, a chuva, ao invés de trazer alegria e regozijo, trouxe medo e preocupação. Não a chuva em si, mas os efeitos dela. É que há pelo menos sete anos um grande buraco (voçoroca) provocado pela erosão ameaça tragar algumas casas na referida localidade. A situação adquire ares de dramaticidade quando chove forte, como tem ocorrido desde a madrugada de quarta-feira, 24 de maio. 

 

Uma obra para a contenção do buraco foi iniciada pela Prefeitura de Garanhuns, mas foi embargada pelo Ministério Público por pendências ambientais sob a alegação de que, no futuro, poderia vir  a ser prejudicial à nascente do Rio Mundaú. Sem essa benfeitoria importantíssima, o risco para moradores que moram próximo a área afetada pela grande erosão é permanente. "Passamos a noite sem dormir, angustiados e com medo. Se para uns a chuva é uma bênção, para nós é motivo de preocupação", disse um morador. Ele também revelou que a rua de acesso à sua residência está intrafegável por ocasião das chuvas.  "Estamos preocupados. A Prefeitura nunca veio aqui depois que a obra foi paralisada. A gente pensava que os trabalhos iam continuar porque isso implica necessariamente em nossa segurança, mas até agora nada", revelou o morador. 

A Defesa Civil do Município foi acionada e agendou para hoje, 25 de maio, uma  visita à Rua Miguel Arraes afim de fazer uma avaliação da situação.

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